Membros da Associação de Militares do Acre (AME) realizaram na manhã desta segunda-feira (21) uma manifestação em frente ao Palácio Rio Branco com caixões que simbolizam a “morte” da titulação e progressão horizontal prometida pelo governador e o vice major Rocha, benefícios aos quais os policiais e bombeiros têm direito desde 2017, como o prêmio de valorização da atividade.
Os manifestantes reclamam da dificuldade em dialogar com o governador Gladson Cameli e do secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cezar Rocha dos Santos, para escutar as reivindicações da categoria.
O site acreano Ac24Horas divulgou que o deputado estadual Cadmiel Bonfim (PSDB) representante da categoria na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), afirmou que as principais reivindicações da categoria são o pagamento do Prêmio Anual de Valorização da Atividade Policial (PAVAP), também chamada de Valorização de Atividade Militar (VAM), remuneração a qual os servidores fazem jus desde 2017, mas que nunca foi paga.
O deputado afirmou que outra prioridade hoje posta junto ao governo, se resume a três questões: a progressão horizontal, que passa pela correção do adicional de titulação, que se arrasta desde 2019, ainda, a promoção sob judice, tendo em vista que militares que respondem a procedimentos militares estão sendo impedidos de avançar na carreira e a convocação dos aprovados do concurso da PM que ficaram no cadastro de reserva, além da isonomia salarial entre Policiais Civis e Militares.
“O governador fez uma série de promessas e a gente até apresentou algumas como anteprojetos, mas até agora nenhuma deu prosseguimento. Pra vocês verem, os servidores da educação receberam o VDP deles e estão trabalhando em casa e os policiais que estão desde 2017 esperando, ainda não receberam”, afirmou.




















