Faltam pouco mais de três meses para se completar um ano da morte de Johnliane Paiva, que aos 30 anos foi atropelada por Ícaro Pinto, que disputava um ‘racha’ na Avenida Antônio da Rocha Viana quando a tragédia aconteceu, no dia 6 de agosto de 2020. Ainda preso, a defesa tentou pedir um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas o recurso foi negado pela ministra Carmén Lúcia.
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A defesa alegou que houve excesso de prazo quando à conclusão do inquérito e a audiência de instrução. A magistrada mencionou que o caso é complexo, mas que não entende que houve tal excesso, pois demanda tempo para cumprimento de todo processo legal.
“Como realçado, o processo apresenta alguma complexidade. Nele se apura homicídio de trânsito (o denominado “racha”), sendo dois os acusados, com defensores distintos, grande número de testemunhas, assistente de acusação, sendo diversos os incidentes processuais (quebra de sigilos telefônicos e de dados, renovação da citação do corréu, restituição de veículo, pedidos de relaxamento da prisão, etc.)”.




















