Aproximadamente 300 pessoas participaram do ato contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no calçadão da Gameleira, em Rio Branco no feriado de 7 de setembro.
O ato fez parte da programação anual do Grito dos Excluídos que protesta contra Bolsonaro em relação a questões como fome, aumento de preços e privatizações. O ato começou por volta das 16h e terminou por volta das 18h.
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Os manifestantes ficaram apenas na Gameleira com faixas e cartazes pedindo a saída de Bolsonaro. A organização informou que a maioria dos manifestantes eram estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac).
O movimento ocorre simultaneamente ao pró-Bolsonaro, que se concentrou na Arena da Floresta. Um dos manifestantes, o padre Luís Ceppi, declarou em entrevista ao site Notícias da Hora que critica Bolsonaro por sua política ambiental e indígena:
“Estão permitindo agrotóxicos e matando a terra, as nossas abelhas estão morrendo. Não há respeito com as pessoas e as instituições estão sendo colocadas em situação de instabilidade”, disse.




















