A sargento da Polícia Militar (PM) Alda Radine, que ficou conhecida no Acre por compor o chamado “trisal”, usou seu perfil no Instagram para desabafar após receber críticas por pedir ajuda financeira por pix.
Alda é casada com o também sargento da PM Erisson Nery, preso desde o dia 29 de novembro por atirar quatro vezes contra Flavio Endres de Jesus Ferreira, de 30 anos, na saída de um bar em Epitaciolândia.
Alda divulgou o número do Pix e pediu doações de R$ 1 a R$ 5, alegando estar passando por problemas de saúde: “Não é o ‘Criança esperança’, mas é o ‘Trisal esperança’. Estamos precisando de verdade”. Ela disse que decidiu disponibilizar o Pix porque seguidores perguntam como podem ajudar o trisal e afirmou estar vendendo pertences seus: “Não tenho mais de onde tirar. Quem quiser ajudar, ajuda. Quem não quiser, pode falar mal. E está tudo bem. Nada muda”.
Neste domingo (16), ela voltou à rede social para rebater as críticas que recebeu: “As pessoas podem achar o que elas quiserem, achar que nós não somos dignos de respeito, que nós não merecemos respeito porque nós não nos damos ao respeito. Achar que nós merecemos as piores coisas ou nos desejar as piores coisas. Mas eu quero dizer para vocês que eu desejo a vocês muito amor. Porque quem conhece o amor, ama. E quem ama, não deseja mal a ninguém. Porque o amor é um sentimento sublime”.
E finalizou: “Deus, perdoa, porque eles não sabem amar. Então, quando você não sabe amar, você sempre vai ser cruel. Vai ser cruel com o outro. Porque você não sabe sobre amor, você não sabe amar”. Alda disse ainda que “uma palavra de benção sincera, um desejo sincero pelo bem de alguém, valem muito mais do que qualquer dinheiro”. A sargento agradeceu as doações e disse ainda: “Infinitamente agradeço as orações que foram sinceras, com desejos sinceros de nos ver bem, de nos ver juntos, de ver novamente um sorriso em nossos rostos. Com toda a família junta”.




















