O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) determinou que Gladson Cameli (Progressistas) tem 24 horas para entregar seu passaporte. A medida foi tomada durante a terceira fase da Operação Ptolomeu, que investiga supostos casos de lavagem de dinheiro na estrutura do governo, na qual o governador é um dos investigados.
Ao todo, foram cumpridos 89 mandatos de busca e apreensão no Acre, Piauí, Goiás, Paraná, Amazonas e Rondônia e no Distrito Federal.
O governador recebeu a notificação da Polícia Federal (PF) em um condomínio na região do Lago Sul, no Distrito Federal, que afirmou que irá colaborar com todas as informações necessárias para a Polícia Federal (PF). Além da apreensão do passaporte, foram bloqueados R$ 120 milhões em bens, tanto do governador, quanto de outros investigados.
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Em nota divulgada pela Secom (Secretaria Estadual de Comunicação), o Governo afirma que a operação dá continuidade aos procedimentos anteriores e que não foi solicitado de Gladson a entrega de celulares.
A resposta afirma ainda que todos os documentos exigidos serão entregues dentro do prazo solicitado pelas autoridades e também ressalta que o Governo sempre agiu com transparência e retidão a respeito da Ptolomeu, se colocando mais uma vez à disposição da Justiça:
Confira a nota na íntegra:
“Sobre a 3ª fase da Operação Ptolomeu, deflagrada na manhã desta quinta-feira, 9 de março, o governo do Estado do Acre informa que se trata da continuidade dos procedimentos policiais anteriores.
Esclarecemos também que não foi solicitada ao governador a entrega de celulares. Os documentos serão entregues dentro do prazo solicitado pelas autoridades policiais.
O governo do Estado, sempre atuando com transparência e retidão, mais uma vez se coloca à disposição das autoridades.
Governo do Estado do Acre
Secretaria de Comunicação”




















