O Acre teve aumento na produção e geração de renda, é o que aponta o boletim econômico da Secretaria de Agricultura do Estado, divulgado na manhã desta sexta-feira (7).
Os dados reúnem o movimento da economia agrícola dos últimos anos e a média das atividades produtivas do estado. O relatório também divulgou Valor Bruto da Produção acreano em 2023 que foi de R$ 2,6 bilhões.
“Iniciamos a gestão planejando. Fizemos um planejamento estratégico para caminhar de forma ordenada. Os dados indicam um ambiente de oportunidades e muita prosperidade”, disse o secretário de Agricultura Luís Tchê.
Para Tchê, o levantamento é importante para tomada de decisão do setor que visa fomentar o crescimento do agronegócio.
Os números revelam que nos últimos anos a mandioca representou 63% da produção agrícola e a bovinocultura 69,2%. Nos últimos nove anos, o setor agropecuário movimentou 27.8 bilhões de reais, sendo a agricultura com R$ 11.7 bilhões e a pecuária 16.1 bilhões. Ainda segundo o secretário, culturas como café e cacau ainda não apareceram no cenário econômico, mas prometem alavancar com as safras esses ano.
A previsão para 2023 é um crescimento vertiginoso de 20%. Essa alavancagem é reflexo do aumento do cultivo da soja e café.
“Crescemos 7% nos primeiros seis meses. Vamos crescer 20% em 2023. A tecnologia no campo e o apoio do governador Gladson Cameli ao setor são fundamentais para esse crescimento”, completa Tchê.

Em paralelo, o Acre tem adotado um modelo satisfatório no cenário global que é comportamento sustentável do agronegócio.
“Estamos produzindo mais em menos área e preservando. Estamos prontos para produzir, sem devastar. Viramos uma grife de boas práticas”, concluiu o secretário.
O boletim econômico da Secretaria de Agricultura monitora os dados do setor mensalmente e estará disponível pelo site www.seagri.com.br.
Estado tem conseguido aumentar a produção e obter o menor índice de desmatamento da região
As palavras abaixo são do secretário Luís Tchê:
O Acre é um santuário. A cada dia nossas riquezas tornam-se mais significativas para o mundo. Temos luz,
solo fértil e povo trabalhador. Essa tríade somada aos 85% de área preservada faz de nós um estado singular.
Esse santuário não pode ser parâmetro de comparação com nenhum outro estado. Enquanto alguns mostram
dados significativos da produção, mas mascaram a “cicatriz” do desmatamento selvagem, nós apresentamos crescimento sem a devastação.
Tenho dito que os produtores rurais do Acre são gigantes pela própria natureza. A resiliência deles é o
maior “fertilizante” para nossa produção. Eles têm vencido da inflexibilidade da lei, ao medo das mudanças climáticas. Contudo, apresentam produções satisfatórias.
Para exemplificar esse hercúleo trabalho cito um dado: de acordo com os órgãos oficiais, apenas 3% da área produtiva no Acre foram submetidas a análise de solo, em paralelo, majoritariamente à agricultura na região não é irrigada. Porém, os números da colheita por hectare é acima da média brasileira, em alguns casos. Isso ocorre pela dedicação cotidiana dos trabalhadores e trabalhadoras rurais.
Tais desafios carecem da ajuda do estado e nosso projeto é garantir o apoio para tornar o agricultor mais competitivo. Cabe o destaque para o governador Gladson Cameli que é incansável na busca do desenvolvimento do Acre. Nossa gestão vai alavancar o agronegócio e tornar o Acre um case de sucesso no setor.
Os dados abaixo seguem o panorama da produção. Quem lê e interpreta, verá o tamanho das oportunidades que o setor produtivo acreano oferece. Estamos prontos para crescer com produção, sem devastação.





















