Dados do Anuário do Fórum Brasileiro da Segurança Pública, divulgados nesta quinta-feira (20) apontam que 22 mulheres foram assassinadas no Acre no ano de 2022, 11 delas foram vítimas de feminicídio.
Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Ou seja, as motivações mais usuais são o ódio, o desprezo, o sentimento de perda do controle, morte resultada de agressão doméstica, ciúme e fim de relacionamentos. Como Renilde Souza dos Santos, de 51 anos, que foi esfaqueada pelo marido em Brasiléia em maio do ano passado.
Outros casos ganharam repercussão, como a bancária Tatiana Lima Nere, de 33 anos, morta pelo vigilante dentro agência em que trabalhava em Acrelândia, os dois tinham um relacionamento. Maria Samara Silva do Nascimento, de 19 anos, foi esfaqueada pelo namorado em Feijó, que não aceitava o fim da relação.
O índice coloca o Acre como a terceira maior taxa de feminicídio do país, com 2,6 a cada 100 mil mulheres. Em 2021, o número foi ainda maior, 2,9.
Além das mortes, o estado também teve 16 tentativas de feminicídio no ano de 2022.




















