Uma rebelião no presídio de segurança máxima Antônio Amaro, em Rio Branco, no Acre, deixou cinco mortos e dois feridos, até o momento. O movimento teve início na manhã de quarta-feira e segue em negociação. Um policial penal feito refém por mais de 22 horas foi libertado.
No início da rebelião, um segundo policial penal foi feito refém, mas ele conseguiu escapar durante o confronto. Ele foi ferido superficialmente com um tiro de raspão na região ocular, mas se encontra “consciente e sem risco de morte”, de acordo com o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen).
“Dois presos ficaram feridos durante conflito interno entre detentos de organizações criminosas rivais e também foram encaminhados ao Pronto-Socorro, sendo que um deles já recebeu alta”, disse o Governo do Acre por meio de nota.
No local, estão o Grupo Penitenciário de Operações Especiais (Gpoe) da Polícia Penal e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, para reforçar as ações de segurança.
O coordenador criminal da Defensoria Pública do Estado, Gustavo Medeiros, e o promotor de Justiça Tales Tranin, que atua na 4ª Promotoria Criminal também estão no local, auxiliando nas negociações com os rebelados, para dar fim à rebelião.
O Gabinete de Crise informa, ainda, que as ambulâncias do Samu estão no local para atender possíveis feridos, assim como todo o aparato do Instituto Médico Legal (IML) está estruturado.
*O Globo




















