CULTURA

Inauguração do Museu dos Povos Acreanos contou com presença de representantes da gestão passada


Após cinco anos em obras, o Museu dos Povos Acreanos teve sua primeira etapa inaugurada neste domingo (6), data em que é celebrada a Revolução Acreana e contou com a presença da ex-primeira-dama Marlúcia Cândida, que representou o ex-governador Tião Viana (PT), que deu início à reforma.

Iniciada em 2017, a obra do museu foi orçada em R$ 18 milhões e funcionará no prédio inaugurado na década de 1960, onde já funcionou o Colégio de Padres e o Colégio Meta, na cabeceira da ponte Coronel Sebastião Dantas, no centro da capital acreana.

O espaço foi totalmente revitalizado com recursos do governo estadual e do Banco Mundial.

“O Museu dos Povos Acreanos é um espaço de cultura; temos que enxergar nele a nossa história, enxergar nosso passado, pra entender como é o nosso presente e traçar o caminho para o futuro. Então, o projeto contempla a nossa história, de quando éramos apenas floresta. Eu acredito que o governador Gladson tenha tido essa visão. A gente fica muito feliz. O Tião tá em Brasília no pós-doutorado, pra ele não foi possível vir, mas pediu que eu viesse, e nossa filha também”, disse Marlúcia Cândida.

O presidente da Fundação Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, destacou que o acreano precisa “se conhecer”, por isso a proposta é ter um museu educativo para as futuras gerações: “mais que um museu, um complexo cultural”.

Já o governador Gladson Cameli (Progressistas) definiu a inauguração do espaço como um “resgate da história do Acre”. O governador também citou seu antecessor, Tião Viana, como forma de reconhecimento do trabalho iniciado.

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André Diogo