Detentos do presídio Francisco de Oliveira Conde aderiram a uma greve de fome, com mais de 2,5 mil participantes, desde segunda-feira (2).
O movimento é liderado por presos do Chapão e busca melhorias nas condições do sistema carcerário, incluindo alimentação, acesso a serviços de saúde e medicamentos. Nesta terça-feira (3), os familiares dos presos também protestaram, fechando ruas do centro de Rio Branco.
Em uma reunião com representantes do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) e Secretaria de Governo (Segov), ficou acordado que uma comissão de manifestantes se reunirá mensalmente para discutir e alinhar melhorias.
Entre as medidas já em vigor estão o aumento da proteína nas refeições dos presos, a mudança do dia de visita e o restabelecimento do acesso a medicamentos e serviços médicos. A mudança de empresa fornecedora de alimentos ainda está sendo estudada pelas autoridades. O Iapen confirmou a greve de fome, mas não deu mais detalhes até o fechamento desta matéria.




















