O Acre não receberá do Orçamento Geral da União de 2023 as emendas individuais de parlamentares derrotados por Gladson Cameli (PP) nas eleições deste ano. Segundo uma planilha disponível no site da Representação do Governo em Brasília (Repac), apenas cinco dos 11 parlamentares que representam o estado no Congresso, fizeram suas indicações.
Dos deputados federais Alan Rick (União Brasil) destinou R$ 12,5 milhões; Jéssica Sales (MDB) destinou R$ 3,8 milhões; Leo de Brito (PT) apresentou R$ 1,7 milhão e Mara Rocha (MDB) — única entre os derrotados ao Governo – destinou R$ 150 mil. Do Senado, Mailza Gomes (PP) destinou R$ 9,6 milhões.
As emendas individuais não foram indicadas por Marcio Bittar (União Brasil), que rompeu com o governador durante a campanha após o nome de sua ex-esposa, Marcia Bittar (PL) — derrotada para o Senado — ter sido rejeitado para a disputa de vice na chapa de reeleição. Além dele, o senador Sérgio Petecão (PSD) também não destinou emendas. Entre os deputados estão Flaviano Melo (MDB), Vanda Milani (Pros) e Perpétua Almeida (PCdoB). Todos saíram com derrota nas eleições.
De acordo a Agência de Notícias do Acre, a indicação dos recursos não significa que todos estão garantidos e serão mantidos, uma vez que os parlamentares ainda poderão fazer alterações, além do fato de que muitas emendas ainda estão na modalidade “a definir” – aquelas genéricas cujo objeto, ou seja, a destinação, ainda não está especificada.
Além das emendas individuais, o Acre receberá R$ 188 milhões por outras indicações, que incluem os municípios. Além de R$ 284,8 mihlões relativos às emendas de bancada e R$ 250,3 milhões indicados pelo Estado. O levantamento tem por base relatório da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) do Congresso Nacional.




















