Do Acre para o mundo, não é novidade que o nome de Chico Mendes tem força em qualquer país que se vá como um símbolo de resistência pela preservação das florestas.
O seringueiro de Xapuri ganhou até uma homenagem da banda mexicana Maná, com a canção “Cuando Los Angeles Lloran”, de 1995, que fala sobre o assassinato de Chico Mendes.
Quem também se encantou com a história de luta do seringueiro acreano foi o italiano Amedeo Cevolani, de 79 anos, que conseguiu na justiça de seu país batizar o nome da rua onde mora, na cidade de Poggio Rusco, a 450 km da capital Roma, com o nome de Chico Mendes.
Cevolani é agricultor aposentado, conheceu o Brasil em 1988, ano da morte de Chico Mendes, para conhecer a hoje sua esposa Maria Laurinete, de Pernambuco. Foi a partir daí que conheceu as histórias de Chico Mendes e acreditou que pessoas como ele deveriam ser honradas como patriotas.
Foi Cevolani quem construiu a estrada que dá até sua casa e com isso conseguiu o direito de batizá-la. A rua Chico Mendes fica afastada do centro e não possui calçamento. Com orgulho, o italiano diz que a esposa se emocionou quando soube da homenagem.




















