A 1ª Vara do Tribunal do Júri absolveu Cristiano Lima Ascênio, de 26 anos, que matou o próprio filho de 5 anos, Cristopher Leão Arsênio com uma facada no pescoço no dia 13 de agosto de 2020, em Rio Branco.
O crime chocou a população da capital na época, de acordo com a juíza Luana Campos, o réu não era capaz de entender o ato que praticou em decorrência de sofrer de problemas mentais.
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Quando o crime aconteceu, a mãe da criança, identificada como Eika e era casada com Cristiano, estava dormindo e só soube da morte do filho quando acordou e encontrou a criança morta na cama.

Após o crime, Cristiano foi para o trabalho na Central Estadual de Abastecimento (Ceasa) e ligou para um amigo dizendo que estava passando mal e iria espera-lo em uma rotatória. O amigo, que é pastor de uma igreja, atendeu o chamado. Ao chegar lá, o rapaz teria dito que queria ir na sua casa, ver como “estavam as coisas”.
Quando chegaram na casa, um vizinho gritava desesperadamente dizendo que o filho de Cristiano estava morto, com muito sangue espalhado, começaram acusar o pai de ter cometido o crime. Temendo que ele fosse linchado, o amigo o encaminhou direto para a Delegacia de Flagrantes (Defla) para que ele respondesse pelo crime que cometeu, segundo informações da polícia, o homem apresenta sinais de delírio e tem histórico de esquizofrenia.





















