A Justiça do Acre negou o pedido de prisão domiciliar da defesa do estudante Alan Lima, envolvido no racha que matou Jonhliane Paiva de Souza, de 30 anos, em 06 de agosto, em Rio Branco.
O novo pedido feito à 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco e Auditoria Militar, foi negado. Alan Lima está preso há 4 meses.
“Da análise dos presentes autos, verifica-se não haver notícia de qualquer fato novo capaz de elidir os elementos fundamentados da decretação da prisão preventiva. Neste momento, ainda permanecem os requisitos autorizadores da prisão preventiva”, disse o magistrado na sentença.
Alan e Ícaro José da Silva Pinto, que dirigia a BMW quando atropelou Jonhliane, passaram por uma audiência de instrução e julgamento, co o intuito de decidir se seriam ou não pronunciados a júri popular.
A decisão foi adiada após o juiz do caso, Alesson Braz, pedir novos esclarecimentos acerca dos laudos periciais do Instituto de Criminalística. Uma nova audiência será marcada após as respostas da Polícia Civil.




















