O vereador N. Lima (Progressistas), presidente da Câmara de Rio Branco, usou a tribuna na sessão desta quarta-feira (4/5) para defender a pena de morte no estado.
O gancho para o assunto foi as mortes de Tatiana Nery, de 33 anos, em Acrelândia e Maria Samara, de 19 anos, em Feijó. As duas foram assassinadas na segunda-feira (3/5) por ex-companheiros que não aceitavam o fim dos relacionamentos.
Relembrando crimes anteriores, N. Lima afirmou que os casos de feminicídio no Acre só cresceram devido a políticas implantadas pelo PT (Partido dos Trabalhadores), que governou o Estado entre os anos de 1998 e 2018.
“Um ex-secretário do governo PT, Antônio Manoel, estuprou uma criança de 10 anos e foi tudo encoberto e só descobrimos 100 dias depois. Já era a décima criança que ele já fazia isso”, disse.
O presidente da Casa defendeu o governador Gladson Cameli e o prefeito Tião Bocalom, ambos de seu partido, afirmando que o curto tempo que os dois tiveram em suas gestões não foi suficiente para implantação de políticas de combate a esse tipo de crime.
Por fim, ele defendeu a pena de morte:
“Eu defendo o que tem lá nos Estados Unidos, que tem 29 estados que tem pena de morte para esse tipo de crime. Defendo isso no meu estado”.




















