O Podemos de Ney Amorim, segundo fonte ligada à executiva estadual, estaria vivendo uma crise interna. No comando da sigla há menos de 10 dias, o ex-deputado estadual estaria tendo dificuldade para alinhar o posicionamento dos parlamentares com o governo Gladson Cameli, isto porque, o deputado Fagner Calegário mantém o discurso de enfrentamento à gestão.
De acordo com as informações, o episódio derradeiro teria sido a assinatura de Calegário no requerimento que pede a instauração da CPI da Educação. “O Ney já convidou os opositores a deixarem o partido. Somos base do governo e não tem espaço para quem quer fazer este tipo de oposição”, revelou.
Fagner Calegário, eleito em 2018 pelo Partido Verde, desembarcou no Podemos a convute da Direção Nacional há pouco mais de 1 mês, depois de passagens rápidas pelo Partido Liberal, Republicanos e Cidadania. Apesar das contundentes críticas a Gladson, o parlamentar afirma ser independente.
“Não existe independência, é base ou oposição. O Ney Amorim não vai deixar que o partido fique dividido”, concluiu a fonte ligada à executiva do Podemos no Acre.
Ao Correio 68, o deputado Fagner Calegário disse que não tem conhecimento dos fatos. “Não estou sabendo dessa insatisfação do Presidente, até porque tenho um diálogo aberto sobre essa questão do meu posicionamento”.
A reportagem tentou contato com o presidente do Podemos, o ex-deputado Ney Amorim, mas até o momento não teve retorno.




















