O policial militar Alan Melo Martins, envolvido no acidente que matou Silvinha Pereira da Silva, em maio de 2019, vai responder pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio em júri popular. A decisão de pronúncia feita pelo juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar de Rio Branco, ainda cabe recurso.
Na mesma decisão, o magistrado manteve a prisão preventiva do réu. O policial está preso no Batalhão de Operações Especiais (Bope), em Rio Branco. A data do júri ainda não foi definida.
O acidente ocorreu na Estrada Dias Martins, em Rio Branco. Silvinha estava em uma motocicleta com o marido José da Silva, quando foi atingida pelo carro do policial. Os três ficaram feridos e foram levados para o pronto-socorro, mas a mulher não resistiu e morreu.
Ao G1, o advogado Wellington Silva informou que vai recorrer da decisão de pronúncia contra seu cliente e que um habeas corpus já está em tramitação no Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC).
“Estamos trabalhando no recurso em sentido estrito, que é o recurso da pronúncia do réu para o tribunal do júri. Nós obtivemos êxito em parte, já que a qualificadora foi retirada da denúncia, que é o recurso de dificultou a defesa da vítima. Então hoje ele está respondendo por homicídio simples, com relação à dona Silvinha e por tentativa de homicídio simples, com relação ao marido dela. Apresentamos um novo habeas corpus e esta semana vamos apresentar esse recurso”, afirmou o advogado.
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