O 1º de fevereiro foi um novo dia para os parlamentares que foram eleitos nas eleições de 2022 e tomaram posse hoje. Ao mesmo tempo em que o ciclo se encerra para 15 deputados estaduais e federais que não receberam votos suficientes para seguir os trabalhos.
Do total, apenas um não concorreu a nenhum cargo, o ex-deputado estadual Jonas Lima (PT).
ALEAC
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Na Assembleia Legislativa do Acre, em contra-partida aos 24 novos empossados, onde 12 já eram deputados no período passado, seis dos outros doze ficarão sem mandato, pelo menos até as eleições de 2024.
Ficam sem mandato:
– Jenilson Leite (PSB)
– José Bestene (Progressistas)
– Neném Almeida (Podemos)
– Cadmiel Bonfim (PSDB)
– Daniel Zen (PT)
– Jonas Lima (PT)
– Wagner Felipe (Republicanos)
Jenilson tentou a disputa pelo Senado e acabou ficando na terceira colocação; Bestene não foi reeleito, mas não sairá da vida pública, já que foi nomeado como presidente da Saneacre (Serviço de Água e Esgoto do Acre).
Neném, Cadmiel Bonfim, Daniel Zen e Wagner Felipe não conseguiram a reeleição. Outro que também não conseguiu foi Marcus Cavalcante (PDT), mas assumirá como suplente na cadeira de Luís Tchê (PDT), nomeado como secretário de Produção e Agronegócio (Seprod).
CÂMARA FEDERAL
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Nenhum deputado federal conseguiu se reeleger. O único do período passado que terá mandato é Alan Rick (União Brasil), eleito senador. Os outros sete são:
– Mara Rocha (MDB)
– Jéssica Sales (MDB)
– Dra. Vanda Milani (Solidariedade)
– Flaviano Melo (MDB)
– Perpetua Almeida (PC do B)
– Jesus Sérgio (PDT)
– Léo de Brito (PT)
Mara foi candidato ao Governo e saiu derrotada para Gladson Cameli (Progressistas); Vanda Milani saiu derrotada na disputa pelo Senado; já Jéssica Sales, Flaviano Melo, Perpétua Almeida, Jesus Sérgio e Léo de Brito não conseguiram a reeleição. O petista, no entanto, foi convidado por Camilo Santana para trabalhar no Ministério da Educação. Flaviano Melo anunciou aposentadoria da política após a derrota.




















