O servidor público identificado como Rodrigo da Silva foi afastado nesta quarta-feira (2), da função de atendimento ao público da Unidade de Referência em Atenção Primária (Urap) da Vila Ivonete, em Rio Branco. O afastamento se deu dois dias após a denúncia de abuso de autoridade, feita pela psicóloga Sara Braga, a informação foi dada pela jornalista Maria Meirelles, do Jornal Opinião.
A psicóloga denunciou na última terça-feira (1º) ter sido vítima de censura e abuso de autoridade, ao ser impedida por um servidor que organizava as filas de vacinação de levantar uma placa com os dizeres “Fora Bolsonaro”, ao ser vacinada. O caso repercutiu nas redes sociais e recebeu muito apoio da população.
>> LEIA TAMBÉM:
- Mulher denuncia que foi impedida de levantar placa durante vacinação em Rio Branco; saiba os detalhes
- Vereadora Michelle Melo se solidariza com psicóloga hostilizada ao se manifestar pacificamente durante vacinação
Segundo os relatos da psicóloga, na manhã da última segunda-feira, 31, o servidor a teria constrangido e impedido de realizar uma manifestação pacífica contra o presidente Bolsonaro, durante sua imunização da Covid-19. Ao levantar a placa com o “Fora Bolsonaro”, Sara conta que foi coagida por Rodrigo, que a impediu de fazer o registro fotográfico.
Após o acontecimento, a jovem registrou um boletim de ocorrências e ingressou um pedido de sindicância administrativa à unidade.
Ainda segundo o jornal, até o final da investigação, o servidor acusado de censura, constrangimento e abuso de autoridade ficará atuando apenas na área administrativa, sem contato com o público. Segundo a direção, há indícios de que Rodrigo tenha mesmo “errado” e caso se confirme, ele responderá administrativamente.




















