Desde o início da pandemia e com a necessidade das sessões remotas nas Casas Legislativas de todo o país, muitos deslizes já foram cometidos por políticos brasileiros.
No Acre não é diferente. Em maio deste ano, ainda se acostumando com o sistema remoto, o deputado estadual José Bestene (PP) escorregou e disparou contra ao colega da base e líder do governo: “o Gehlen é muito individualista”.
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Em junho, foi a vez de Lenne Petecão (PSD), no parlamento mirim, que com o microfone ligado chamou a colega, vereadora Euzinha Mendonça, de cínica e ridícula. “Elzinha tá com a cara de tão cínica, meu Deus do céu… ridícula”.
Já em outubro, foi a vez o deputado Jonas Lima (PT), que teve sua transmissão ao vivo “invadida” por sua neta. A criança aparece no vídeo e pergunta: “o que você tá fazendo vô?”. O deslize do petista, no entanto, foi considerado o mais encantador de todos.
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Não se pode dizer o mesmo do “vacilo” cometido pelo deputado Neném Almeida, na manhã desta terça-feira (15), durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac).
O parlamentar esqueceu de desligar o microfone e em uma ligação telefônica, ouvida por todos que assistiam a sessão naquele momento, demonstrou o controle de Neném Ameida sobre o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf).
Na ligação, Neném determina que uma pessoa assine um contra-cheque para que alguém possa receber. “A empresa… e assinar um contra-cheque para que ele possa receber e a empresa lá do Idaf entrou em contato comigo e disse que tá faltando…” o áudio então é interrompido e o parlamentar advertido em tom de ironia por seu colega Edvaldo Magalhães (PCdoB): “Neném, Neném”.
Assista o vídeo:




















