O clima esquentou entre o governador Gladson Cameli e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ambos do Progressistas, durante agenda com o presidente Jair Bolsonaro (PL).
A cerimônia marcou a entrega de mais de mil títulos de terras à famílias assentadas pelo Incra no Estado. Primeiro a discursar, Bocalom foi recepcionado por vaias pelo público.
Ao ouvir as vaias, Bocalom direcionou a palavra ao presidente Bolsonaro e argumentou: “vamos continuar lutando”.
Na vez de Gladson falar, ele aproveitou para lavar a “roupa suja” sobre uma suposta acusação de Bocalom a ter sido ele a ordenar as vaias contra o prefeito. Revoltado, Gladson diz:
“O prefeito pega e vem dizer que é a minha turma que vaia. Então quer dizer que minha turma que vaia e vaia pra mim também, é prefeito? Eu não tenho esse costume, eu cumpro voto. Aí é o povo que decide, eu não faço essa política. O senhor tem que parar de falar isso, prefeito”. Por fim, Gladson alfineta a gestão de Bocalom: “e vá tapar os buracos da cidade, estou à disposição”.
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